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Estaduais 2018: mercado morno e estrelas sem brilho

Maioria dos clubes está endividada e não consegue pagar altos salários. E os que ainda têm dinheiro não querem repetir erros de 2017

Por Da redação5 min de leitura
Lucas Lima, do Palmeiras, Fred, do Cruzeiro, e Emerson Sheik, jogando pelo Corinthians em 2012
Lucas Lima, do Palmeiras, Fred, do Cruzeiro, e Emerson Sheik, jogando pelo Corinthians em 2012

Enquanto na Europa o Barcelona gastou 120 milhões de euros (mais de 460 milhões de reais) por Philippe Coutinho e o Liverpool 80 milhões de euros (310 milhões de reais) por um zagueiro, o holandês Virgil van Dijk, no Brasil os clubes andam bem mais econômicos em reforçar seus elencos – e com soluções curiosas. Os Estaduais de 2018 começam nesta terça-feira com o mercado interno de transferência bem mais morno que em anos anteriores. Valores astronômicos? Só para as saídas, como as de Jô, o craque do campeão brasileiro Corinthians, que jogará no Japão, e Lucas Pratto, que trocou o São Paulo pelo River Plate, ambos por mais de 40 milhões de reais. Não se trata de austeridade dos dirigentes: na maioria dos casos, a economia é uma necessidade extrema e não opção.

Clubes como Santos e Corinthians assumiram suas frágeis situações financeiras e apesar de terem vendido estrelas…

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