À sombra de Neymar
O ambiente da seleção pode até estar mais leve, mas os comandados de Tite terão de se mostrar capazes de levantar uma taça sem a ajuda de seu melhor jogador

A ausência de Neymar era ainda uma imensa presença nos dias que antecederam a estreia do Brasil na Copa América, contra a Bolívia, no Morumbi. Mas tentou-se de tudo, desde que o bode saiu da sala, para fazê-lo sumir de vez. Após o corte do atacante, que rompeu os ligamentos do tornozelo direito, as únicas viaturas policiais que rondaram a seleção foram aquelas responsáveis pela escolta da delegação. Quem faz parte do grupo comandado por Tite pode até dizer que não, mas o semblante de todos ficou menos sisudo sem o príncipe. As entrevistas coletivas, que eram monotemáticas sobre o camisa 10 do PSG, e mais recentemente sobre a acusação de estupro (leia a matéria), ganharam variedade de perguntas, o que claramente deixou o treinador mais confortável.
O jovem atacante Richarlison, 22 anos, do mediano Everton, da Inglaterra, uma das poucas caras novas do grupo convocado para esta Copa América…
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