Acervo · Copa Libertadores

Opinião: A primeira vez na Bombonera a gente nunca esquece

O estádio pulsa e ensurdece a todos, até na cabine de imprensa, sendo impossível escutar a torcida visitante ou qualquer outra coisa

Por Isabela Labate2 min de leitura
La Bombonera: a mítica casa do Boca Juniors - EFE/ Juan Ignacio Roncoroni
La Bombonera: a mítica casa do Boca Juniors - EFE/ Juan Ignacio RoncoroniEFE

BUENOS AIRES – Uma experiência atordoante. É essa a forma que posso descrever minha primeira vez trabalhando em La Bombonera, estádio do Boca Juniors. Mesmo que a gente veja pela televisão, pelos vídeos na internet, viver in loco é completamente diferente. Não é à toa que os jogadores sentem a diferença em campo, já que até nós na imprensa somos contaminados pela atmosfera.

Com capacidade para cerca de 57.000 torcedores, a Bombonera pulsa. E pulsa mesmo. O estádio treme de verdade, com as pessoas pulando juntas, de forma sincronizada. O barulho chega a ser ensurdecedor, e quando a arquibancada está no mais alto volume, é impossível ouvir qualquer outra coisa, nem a torcida adversária.

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