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Um ponto com 53 minutos de duração? Conheça o método por trás do feito

Criado pela Federação Internacional de Tênis (ITF), o chamado ‘Play and Stay’ adaptou todos os elementos do esporte para torná-lo mais inclusivo e prazeroso

Por Danilo Monteiro4 min de leitura
Vinícius Gilioli (a esq.) e Rafael Souza, durante a final da Copa Santa Catarina: a quadra reduzida e a bolinha laranja, mais lenta, permitiram a troca de bola ininterrupta por quase uma hora
Vinícius Gilioli (a esq.) e Rafael Souza, durante a final da Copa Santa Catarina: a quadra reduzida e a bolinha laranja, mais lenta, permitiram a troca de bola ininterrupta por quase uma hora

A final da categoria 9 anos da Copa Santa Catarina, disputada no último dia 29, em Itajaí, entrou para os anais do tênis mundial. Afinal, foi no confronto entre Rafael Nascimento e Souza, do Santos Atlético Clube, e Vinícius Gilioli, da escola de tênis Sandro Menezes, que um dos pontos mais longos de que se tem registro foi disputado: foram 53 minutos até que um dos tenistas errasse seu movimento e não conseguisse devolver a bola para o lado do adversário. O saldo foram impressionantes 1890 trocas de bola de forma ininterrupta. Treinado por Osvaldo Maraucci, comentarista e professor da modalidade, Rafael venceu a partida com parciais de 7/5 e 6/4.

“Ninguém esperava. Eles estavam em uma quadra centralizada no clube, que é um ponto de distribuição para outras quadras. Quem passava por ali, ficava. De repente, estava cheio. Quando o ponto terminou, os garotos foram ovacionados. Com 15 minutos,…

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