Renascido, Uruguai festeja vitória ‘de cinema’ no Itaquerão
Para técnico da Celeste, o triunfo sobre os ingleses foi cheio de simbolismos: ‘Se este jogo fosse um filme, seu roteiro não poderia ter sido mais adequado’

“Renascemos mais uma vez. É que este grupo tem muito amor próprio e cresce demais nas partidas que precisa ganhar”, disse Tabárez
Era o aniversário de José Gervasio Artigas, o grande herói nacional uruguaio. Em campo, o craque Luís Suárez retornava à equipe apenas quatro semanas depois de sofrer uma intervenção cirúrgica no joelho. Do outro lado do gramado, a Inglaterra, que não era batida pela Celeste há um quarto de século. No retrospecto, um incômodo jejum: a seleção não vencia uma partida contra um oponente europeu em Copas desde o México-1970. E para completar, o jogo era de vida ou morte – em caso de derrota, a equipe que chegou às semifinais do último Mundial poderia ser eliminada logo em sua segunda partida nesta edição do torneio. Como se vê, a vitória do Uruguai na quinta-feira, no Itaquerão, por 2 a 1, com gols de Suárez, representa bem mais…
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