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Oscar e Daniel Alves personificam velhos pecados de Dunga

Meia não foi substituído mesmo com péssima atuação, enquanto lateral-direito virou titular depois de se apresentar de última hora. Falta de confiança do técnico nos reservas já prejudicou a seleção em sua primeira passagem

Por Da Redação5 min de leitura
Ao contrário do treinador do Chile, Dunga promoveu mudanças significativas na partida em Santiago
Ao contrário do treinador do Chile, Dunga promoveu mudanças significativas na partida em Santiago

A derrota por 2 a 0 para o Chile, em Santiago, na estreia das Eliminatórias para a Copa de 2018 nesta quinta-feira expôs a fragilidade da seleção brasileira – sobretudo, com a ausência do suspenso Neymar – e também relembrou alguns maus hábitos do treinador Dunga que já prejudicaram a equipe em sua primeira passagem, entre 2006 e 2010. Em sua última convocação, o técnico até premiou jogadores de destaque do Brasileirão, como Lucas Lima, do Santos, e Renato Augusto, do Corinthians. Mas, mesmo diante do desacerto do setor ofensivo na partida contra o Chile, demorou demais para mexer no time e não confiou em seus reservas. A prática de levar atletas apenas para fazer figuração no banco já contribuiu para a eliminação brasileira na Copa de 2010 e pode voltar a atrapalhar o time de Dunga. Os casos de Daniel Alves e Oscar são os mais emblemáticos do momento.

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