Acervo
Oscar e Daniel Alves personificam velhos pecados de Dunga
Meia não foi substituído mesmo com péssima atuação, enquanto lateral-direito virou titular depois de se apresentar de última hora. Falta de confiança do técnico nos reservas já prejudicou a seleção em sua primeira passagem

A derrota por 2 a 0 para o Chile, em Santiago, na estreia das Eliminatórias para a Copa de 2018 nesta quinta-feira expôs a fragilidade da seleção brasileira – sobretudo, com a ausência do suspenso Neymar – e também relembrou alguns maus hábitos do treinador Dunga que já prejudicaram a equipe em sua primeira passagem, entre 2006 e 2010. Em sua última convocação, o técnico até premiou jogadores de destaque do Brasileirão, como Lucas Lima, do Santos, e Renato Augusto, do Corinthians. Mas, mesmo diante do desacerto do setor ofensivo na partida contra o Chile, demorou demais para mexer no time e não confiou em seus reservas. A prática de levar atletas apenas para fazer figuração no banco já contribuiu para a eliminação brasileira na Copa de 2010 e pode voltar a atrapalhar o time de Dunga. Os casos de Daniel Alves e Oscar são os mais emblemáticos do momento.
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