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‘Os atletas não se incomodarão com arquibancadas vazias’

O nipo-americano Roy Tomizawa, especialista na Olimpíada de Tóquio-1964, reconhece os riscos dos Jogos durante a pandemia – mas vê válvulas de escape

Por Fábio Altman4 min de leitura
Roy Tomizawa (`à esq) com o campeão olímpico Shuji Tsurumi: tochas de 1964 e 2021
Roy Tomizawa (`à esq) com o campeão olímpico Shuji Tsurumi: tochas de 1964 e 2021

O pai de Roy Tomizawa, Thomas, foi um dos coordenadores da pioneira transmissão via satélite da Olimpíada de 1964, em Tóquio, feita pela americana NBC. Roy era recém nascido, e tem guardado as lembranças que o pai trouxe do Oriente. Começava, naquela relação familiar, de para o filho, o interesse pelo esporte e sobretudo pelas olimpíadas do consultor de empresas de 58 anos. Ele é autor do livro 1964 – The Greatest Year in The History of Japan, ainda sem tradução para o português, volume dedicado a medir a influência dos primeiros Jogos de Tóquio para a metrópole de hoje. Roy respondeu a VEJA por e-mail.

Os Jogos Olímpicos de 1964, em Tóquio, serviram de símbolo e atalho da reconstrução do Japão depois da Segunda Guerra. Como olharemos para a os Jogos de Tóquio de 2021? É difícil prever como as pessoas vão se lembrar dessa Olimpíada. Dependerá de quem…

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  • Tóquio 2020