Maduro ou Guaidó? De que lado do conflito está a seleção da Venezuela
Adversária do Brasil nesta terça-feira, seleção “Vinho Tinto” desfruta de evolução esportiva, mas sente reflexos da crise no país

SALVADOR – “ Eu me sinto orgulhoso de nossos guerreiros da Vinho Tinto (…) Esta é a geração de ouro que escreve a história esportiva de nossa amada Venezuela”, cravou no Twitter o presidente Nicolás Maduro, que não perderia a chance de celebrar publicamente a vitória por 3 a 0 de sua seleção de futebol diante de, veja só, os Estados Unidos em amistoso na casa do eterno inimigo político, no último dia 9. Lá como cá ou em qualquer lugar do planeta, governantes adoram pegar carona no sucesso de atletas e usar o esporte como propaganda política. Mas, em tempos de crise humanitária, econômica e social, com milhões de cidadãos desempregados e com fome ou fugindo do país, o moral do líder chavista anda baixo inclusive entre os representantes da seleção, que nesta terça-feira, 18, enfrenta o Brasil na Fonte Nova, em Salvador, pela segunda rodada da Copa América
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