Acervo

Gaúcho da Copa: o amor pela seleção brasileira, de pai para filho

Três anos depois da morte do torcedor símbolo do Brasil, seus filhos preparam a taça e o chimarrão para manter tradição familiar na Rússia

Por Luiz Felipe Castro9 min de leitura
JOHANNESBURG, SOUTH AFRICA - JUNE 15: Brazil fans enjoy the atmosphere ahead of the 2010 FIFA World Cup South Africa Group G match between Brazil and North Korea at Ellis Park Stadium on June 15, 2010 in Johannesburg, South Africa. (Photo by /Getty Images)
JOHANNESBURG, SOUTH AFRICA - JUNE 15: Brazil fans enjoy the atmosphere ahead of the 2010 FIFA World Cup South Africa Group G match between Brazil and North Korea at Ellis Park Stadium on June 15, 2010 in Johannesburg, South Africa. (Photo by /Getty Images)Getty Images

“Nada acontece sem um sonho”. Este era o lema que Clóvis Acosta Fernandes repetia aos filhos desde que foi infectado pelo “vírus” da Copa do Mundo. O simpático senhor de bigode e trajes típicos do Rio Grande do Sul ganhou fama como o Gaúcho da Copa, o torcedor mais fiel e entusiasmado da seleção brasileira, sempre com seu chimarrão e taça nas mãos. Fernandes se considerava o 12º jogador e se orgulhava em dizer que tinha mais “jogos pelo Brasil” que o recordista Cafu (156 a 149). Seu sétimo e último Mundial, porém, não terminou da maneira esperada. E um ano após estampar capas de jornais de todo o planeta, chorando o 7 a 1 no Mineirão, o gaúcho morreu de câncer, aos 60 anos. Mas deixou sua paixão de herança: os filhos Frank, de 39 anos, e Gustavo, de 33, darão sequência à “tradição” familiar e já preparam as…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos