Acervo
Gaúcho da Copa: o amor pela seleção brasileira, de pai para filho
Três anos depois da morte do torcedor símbolo do Brasil, seus filhos preparam a taça e o chimarrão para manter tradição familiar na Rússia

“Nada acontece sem um sonho”. Este era o lema que Clóvis Acosta Fernandes repetia aos filhos desde que foi infectado pelo “vírus” da Copa do Mundo. O simpático senhor de bigode e trajes típicos do Rio Grande do Sul ganhou fama como o Gaúcho da Copa, o torcedor mais fiel e entusiasmado da seleção brasileira, sempre com seu chimarrão e taça nas mãos. Fernandes se considerava o 12º jogador e se orgulhava em dizer que tinha mais “jogos pelo Brasil” que o recordista Cafu (156 a 149). Seu sétimo e último Mundial, porém, não terminou da maneira esperada. E um ano após estampar capas de jornais de todo o planeta, chorando o 7 a 1 no Mineirão, o gaúcho morreu de câncer, aos 60 anos. Mas deixou sua paixão de herança: os filhos Frank, de 39 anos, e Gustavo, de 33, darão sequência à “tradição” familiar e já preparam as…
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