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Corte rejeita recurso de candidato, e eleição da Fifa não terá cabines transparentes

Pleito desta sexta-feira está mantido, com Infantino e Salman como favoritos

Por Da Redação2 min de leitura
O príncipe da Jordânia, Ali bin Al Hussein, discursa durante o 65º Congresso da Fifa em Zurique, Suíça
O príncipe da Jordânia, Ali bin Al Hussein, discursa durante o 65º Congresso da Fifa em Zurique, SuíçaREUTERS

O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) rejeitou nesta quarta-feira o pedido do príncipe jordaniano Ali Bin Al-Hussein, um dos candidatos à presidência da Fifa, de adiar o pleito desta sexta-feira caso não fossem instaladas cabines de voto transparentes. Num comunicado, Ali lamentou a decisão da mais alta corte do esporte mundial, sediada em Lausanne, na Suíça, que mantém a eleição nesta semana.

“Apenas uma cabine transparente pode provar que não há voto forçado, impedindo os votantes de fotografar as cédulas para provar que seguiram eventuais instruções”, havia explicado no sábado Renaud Semerdjian, um dos advogados de Ali, depois do recurso apresentado diante do TAS.

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