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Com mandato até abril, Coronel Nunes é figura decorativa na CBF

Com problemas de saúde e isolado pela cúpula desde trapalhadas na Copa, presidente não tem sido visto na sede da entidade, no Rio

Por Estadão Conteúdo3 min de leitura
Coronel Nunes durante papo com jornalistas em Sochi
Coronel Nunes durante papo com jornalistas em Sochi

À espera da posse oficial de Rogério Caboclo na presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o que só ocorrerá em 9 de abril, o futebol brasileiro tem hoje um presidente que não preside. Oficialmente no comando desde 15 de dezembro de 2017, o coronel Antônio Carlos Nunes de Lima não tem sido visto na entidade nos últimos meses. Com problemas de saúde e isolado pela cúpula da confederação desde a Copa do Mundo da Rússia, onde cometeu diversas gafes, ele se mantém presidente apenas no papel.

Ex-presidente da federação paraense, Coronel Nunes ocupa o cargo desde que Marco Polo del Nero foi afastado do futebol acusado de corrupção. Como era o vice mais velho, o cargo lhe caiu no colo, com o aval do ex-chefão. Sua ausência em eventos esportivos, inaugurações ou em reuniões de trabalho se intensificou nos últimos meses.

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