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Brasil não escolhe. Se pudesse, talvez preferisse Holanda

Entre um velho freguês e um perigoso carrasco, a opção mais natural seria pelo primeiro, lógico. Mas Felipão já deu sinais de que se preocupa mais com o Chile

Por Giancarlo Lepiani, de Brasília3 min de leitura
Veja.com
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�”Eu era� até ridicularizado quando falava do Chile no ano passado. Agora, todo mundo também fala que essa seleção é muito boa”, disse Felipão

Confirmada sua classificação no jogo decisivo desta segunda-feira, às 17 horas (de Brasília), contra Camarões, a seleção brasileira terá dois caminhos possíveis: como primeiro colocado do grupo (em caso de vitória, desde que o México não vença e a supere no saldo de gols), um duelo com o Chile, e se ficar em segundo (com um empate em Brasília e uma vitória de mexicanos ou croatas), um embate com a Holanda. A equipe europeia terminou em primeiro no Grupo B graças a uma vitória sobre os sul-americanos, também nesta segunda, no Itaquerão. É o primeiro time a conquistar três vitórias na competição e vem com dois dos artilheiros da Copa do Mundo. Além disso, ele é um dos poucos selecionados do mundo que podem se orgulhar…

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