As escolinhas de futebol brigam para reabrir
Estima-se que, apenas na grande São Paulo, setor paralisado pelo coronavírus abrigue 5.500 trabalhadores diretos e atenda 25.000 crianças

A reabertura das academias de ginástica na cidade de São Paulo, com imposição de agendamento prévio, seis horas de funcionamento diário e apenas 30% da capacidade, deixou – ao menos por ora – um gosto amargo para os proprietários dos negócios. Boa parte dos grupos empresariais preferiu adiar a retomada, um modo de evitar prejuízos. De qualquer maneira, houve alguma celebração da normalidade possível. As escolas, do ensino fundamental ao médio, já ensaiam a reabertura de portas a partir de 8 de setembro – com normas de segurança rígidas, evidentemente, e com aulas híbridas, entre o presencial e as videoconferência. Há, contudo, um grupo que ainda caminha ao limbo – não são academia, nem clubes, e tampouco são escolas, embora trabalhem com esporte e crianças. As escolinhas de futebol, evidentemente fechadas, aguardam sinal verde para repensar a vida – e, no entanto, continuam sem orientações claras. Estima-se que, apenas na…
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