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3 terabytes por corrida: os dados produzidos pelos carros de Fórmula 1

Com o campeonato decidido, equipes de ponta como a Mercedes transformam-se em um laboratório para largar na frente no próximo ano

Por Alexandre Salvador4 min de leitura
Nas sessões livres, mais de 400 sensores quantificam cada detalhe do carro de Lewis Hamilton
Nas sessões livres, mais de 400 sensores quantificam cada detalhe do carro de Lewis Hamilton

Quem acha que a temporada de Fórmula 1 não vale mais nada após a definição dos vencedores do campeonato de pilotos e de construtores pode se surpreender com o ritmo frenético que os mecânicos trabalham dentro dos boxes no Grande Prêmio do Brasil, penúltima etapa da disputa. Mesmo na garagem da equipe Mercedes, campeã das duas disputas com várias corridas de antecedência, os 60 funcionários – limite máximo regulamentar – que se esgueiram pelo espaço de pouquíssimos metros quadrados. Com os objetivos do ano praticamente alcançados, o foco é a pesquisa e desenvolvimento do carro que irá às pistas na próxima temporada.

Por essa razão, os treinos livres – que ocorrem tanto às sextas-feiras quanto na parte da manhã de sábado – são vitais para as equipes que desejam largar na frente em 2020. VEJA teve acesso exclusivo aos bastidores, inclusive dentro dos boxes, do time do inglês Lewis Hamilton…

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