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Empate no campo, derrota na arquibancada

Os mexicanos nos deram uma aula de como torcer. Eram menos, pareciam mais

Por Maurício Barros3 min de leitura
Veja.com
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O Brasil tem um bom time, mas longe de ser perfeito. Não considero o empate de ontem um mau resultado. O México possui jogadores de talento, se infla quando enfrenta a seleção brasileira. Mas o escrete de Felipão só não venceu porque esbarrou no paredão Ochoa. Foram quatro defesas decisivas do goleiro para que o resultado terminasse 0 a 0. O Brasil finalizou seis vezes a gol contra duas do adversário, teve mais posse de bola. As chances do México vieram basicamente de chutes de longe, o que mostra a solidez do miolo de zaga formado por Thiago Silva e David Luiz e bem protegido por Luiz Gustavo. Outros pontos positivos foram a subida de produção de Daniel Alves e Marcelo (ainda podem mais, mas já melhoraram), o protagonismo de Neymar (mesmo bem marcado, quase fez gol por duas vezes) e a boa entrada de Bernard.

Ruins foram as atuações…

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