Acervo · Esporte
Buffon, uma muralha que nem o tempo consegue derrubar
Aos 35 anos e com quatro Copas do Mundo no currículo, o capitão da seleção italiana vem ao Brasil em forma técnica e física de fazer inveja à concorrência

Quando Gianluigi Buffon vestiu as luvas pela primeira vez para defender a meta da seleção principal da Itália, numa partida de repescagem eliminatória contra a Rússia no inferno branco de Moscou, em 1997, o menino Mario Balotelli esperava o horário do recreio para descobrir se sua mãe tinha colocado maçã ou cannoli na lancheira. Uma década e meia depois daquele batismo de gelo, a muralha segue mais firme do que nunca, erguendo-se como um porto seguro para a nova geração de italianos que toma a Azzurra de assalto. Neste mês, Buffon vem ao Brasil para disputar a Copa das Confederações e conhecer o terreno onde, se tudo correr como o planejado, disputará sua quinta Copa do Mundo, recorde histórico que o colocará ao lado do mexicano Antonio Carbajal e do alemão Lothar Matthaus. Os jovens arqueiros da Itália que não nos ouçam, mas, a continuar no mesmo ritmo, o craque…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
