Acervo · Copa do Mundo
A algazarra da torcida e dos jogadores do Marrocos: incômodo para a Europa
No fim das contas, nas quartas só sobraram os europeus de sempre, além de Brasil e Argentina. Com a exceção dos africanos do norte

DOHA – Deu a impressão, na fase de grupos, de haver no Catar camelos vestidos como zebras. Houve a vitória da Arábia Saudita contra a Argentina. As duas vitórias do Japão contra Alemanha e Espanha. O Brasil perdeu para Camarões e Portugal para a Coreia do Sul. Foi só o susto inicial. Entre as oito seleções das quartas sobraram os grandões de sempre, menos os alemães, com uma geração novata e perdida, e os espanhóis. A saber: Brasil, Croácia, Inglaterra, França, Argentina, Holanda e Portugal. Apenas os portugueses nunca chegaram ao menos a uma final de Copa. E então, como convidado especial, especialíssimo, despontou o Marrocos, ao despachar a Espanha nos pênaltis, depois do 0 a 0 nos 90 minutos e na prorrogação. A linda exceção marroquina – e que festa fizeram no Education City – confirma uma regra: na hora H, só os adultos chegam lá.
Assine #PLACAR digital…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
Mais do acervo

AFP
2022Brozovic: o ‘motorzinho’ da Croácia é quem mais corre há duas Copas

AFP
2022Gonçalo Ramos, o jovem artilheiro que barrou Cristiano Ronaldo

Getty Images
2022Torce para quem? Holanda x Argentina põe rainha holandesa em saia justa
- 2022
Veteranos em plena forma: Thiago Silva e Pepe brilham na Copa do Catar