Acervo

No Brasil da pandemia e do futebol mal jogado, eu finjo ter paciência

Nessa última semana, busquei nos versos de Lenine o equilíbrio mental para suportar as internações de três amigos, praticamente irmãos, por Covid-19

Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura
Jairzinho e Caju, no Olympique de Marselha; 'Furacão' está internado com Covid
Jairzinho e Caju, no Olympique de Marselha; 'Furacão' está internado com Covid

Talvez a letra Paciência, de Lenine, seja a que mais retrate esse longo período de pandemia enfrentado por todos nós. Um dos trechos diz: “enquanto todo mundo espera a cura do mal e a loucura finge que isso tudo é normal, eu finjo ter paciência”. E é exatamente isso. Nessa última semana tive que buscar forças, o equilíbrio mental, para suportar as notícias sobre as internações de três amigos, praticamente irmãos, Marco Antônio e Jairzinho, parceiros de Copa 70, e meu compadre Búfalo Gil, da Máquina Tricolor. Todos vacinados, “protegidos” pela segunda dose, mas ainda não é o suficiente porque surgiu a variante Delta e sabe-se lá quantas outras surgirão.

“Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para”. Sigo com a máscara e rezando por dias melhores. O futebol sempre distrai e é o meu…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos