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O 7×1 que não entrou pra história

Comentarista do Futuro viaja 70 anos até a maior goleada entre Palmeiras x Flamengo e dá ‘spoilers’ sobre outras surras sofridas pelos times brasileiros

Por Claudio Henrique11 min de leitura
O artilheiro Liminha (ao centro), entre Dema e Lima
O artilheiro Liminha (ao centro), entre Dema e Lima

Dizem que 7 é número de mentiroso. Pela numerologia, representa a perfeição. Sete são as cores do arco-íris, sete são os dias da semana, as notas musicais, as Maravilhas do Mundo Antigo, os anões da Branca de Neve, e por aí vai… E sete foram os gols que o Palmeiras sapecou ontem no Flamengo, em confronto no Pacaembu que hoje faz a torcida alviverde amanhecer festejando pelos sete cantos da cidade. Que jogo, meus queridos leitores de 1951, que jogo! Só o atacante Liminha, estreia na peleja, assinalou quatro vezes. Mas ainda tiveram mais três! Um baile! Viajei 70 anos (olha o sete aí de novo!) pela Máquina do Tempo para dar uma notícia não tão boa aos palmeirenses. O cabalístico algarismo 7 vai sim entrar para a história do futebol brasileiro, mas por causa de uma longínqua goleada que a Seleção Canarinho vai sofrer, pelo mesmo placar, no próximo…

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