Acervo · Copa do Mundo

Belfort Duarte, o maior ‘esquecido’ da história do Futebol Brasileiro

Cronista vai a último jogo do lendário zagueiro e revela a leitores de 1915 que até o estádio que ganhará o nome dele chegará em 2022 rebatizado

Por Claudio Henrique @comentaristadofuturo11 min de leitura
Belfort Duarte, nos tempos de atleta
Belfort Duarte, nos tempos de atleta

Felizes aqueles que estiveram ontem, como eu, no campinho da Rua Campos Sales, na Tijuca, onde, pela quinta rodada do Campeonato Carioca em curso, o Flamengo derrotou o América por 4 x 2. E digo isso não porque tenhamos testemunhado, entre os seis tentos da peleja, mais alguma inesperada e fascinante jogada no cada vez mais querido e empolgante esporte que trouxemos há 20 anos da Inglaterra e parece caminhar a passos largos para superar o Remo na preferência dos brasileiros. Deu-se ontem no estádio que há quatro anos pertence ao alvirrubro carioca um marco na história do nosso Futebol: a despedida do zagueiro Belfort Duarte, indiscutivelmente um dos mais relevantes responsáveis pela consagração deste jogo por aqui e referência incontestável de fibra, liderança e conduta nos gramados. Como sou um ‘Viajante do Tempo’, creiam-me, é com tristeza que revelo a vocês, queridos leitores e queridas leitoras de 1915, que…

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