Acervo · Copa do Mundo
Belfort Duarte, o maior ‘esquecido’ da história do Futebol Brasileiro
Cronista vai a último jogo do lendário zagueiro e revela a leitores de 1915 que até o estádio que ganhará o nome dele chegará em 2022 rebatizado

Felizes aqueles que estiveram ontem, como eu, no campinho da Rua Campos Sales, na Tijuca, onde, pela quinta rodada do Campeonato Carioca em curso, o Flamengo derrotou o América por 4 x 2. E digo isso não porque tenhamos testemunhado, entre os seis tentos da peleja, mais alguma inesperada e fascinante jogada no cada vez mais querido e empolgante esporte que trouxemos há 20 anos da Inglaterra e parece caminhar a passos largos para superar o Remo na preferência dos brasileiros. Deu-se ontem no estádio que há quatro anos pertence ao alvirrubro carioca um marco na história do nosso Futebol: a despedida do zagueiro Belfort Duarte, indiscutivelmente um dos mais relevantes responsáveis pela consagração deste jogo por aqui e referência incontestável de fibra, liderança e conduta nos gramados. Como sou um ‘Viajante do Tempo’, creiam-me, é com tristeza que revelo a vocês, queridos leitores e queridas leitoras de 1915, que…
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