A seleção brasileira feminina volta a campo nesta terça-feira, 9, às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza, diante dos Estados Unidos, em um jogo que já entrou para a história antes mesmo de a bola rolar. Mais de 42 mil ingressos foram comercializados para a partida, estabelecendo o maior público já registrado para um jogo de futebol feminino na região Nordeste. A marca supera o recorde anterior, de 33.272 torcedores, registrado em 2024 na Arena Pernambuco, em Recife, onde o Brasil venceu a Jamaica por 4 a 0.
O clima de festa ganha ainda mais força após a vitória brasileira sobre as norte-americanas no último sábado. Empurrada por 31.336 torcedores na Neo Química Arena, em São Paulo, a equipe comandada por Arthur Elias venceu os Estados Unidos por 2 a 1, de virada, com gols de Tainá Maranhão e Bia Zaneratto. Sophia Wilson marcou para as visitantes.
“O recorde de público para o amistoso em Fortaleza, com mais de 40 mil ingressos garantidos ainda antes da partida, reforça que o futebol feminino vive um momento de consolidação sem precedentes em audiência, engajamento e relevância de mercado no Brasil. Esse marco é resultado de um trabalho consistente desenvolvido em várias frentes e que visa aproximar a seleção brasileira feminina dos torcedores, fortalecendo a conexão do público com a categoria em todos os cantos do país”, afirma Mônica Esperidião, CSO da FSports, agência que detém, com exclusividade, os direitos de comercialização do futebol feminino da CBF no ciclo 2025–2029.
Bom momento contra os EUA
No sábado, o Brasil conquistou a sua segunda vitória consecutiva sobre os Estados Unidos. A última havia acontecido no dia 8 de abril de 2025, no estádio PayPal Park, em San José, na Califórnia. Apesar do triunfo, quem mais chamou a atenção em Itaquera foi a torcida, principalmente crianças e mulheres, que não se importaram com o frio, com a data – jogo ocorreu no meio do feriado – e nem com a seleção masculina, que estava em campo praticamente no mesmo horário, às vésperas da Copa do Mundo, e marcaram presença.
A postura do torcedor brasileiro chamou a atenção de Emma Hayes, técnica dos Estados Unidos desde 2024 e vencedora do The Best Fifa como melhor técnica. Após o jogo, a treinadora norte-americana declarou: “O desconforto disso nos primeiros 15 minutos. Eu comandei muitos jogos de futebol e nunca ouvi nada assim antes”.
Para garantir um grande evento nos estádios e atrair as famílias, a FSports estruturou ações especiais. Através do perfil oficial @brasileiras, influenciadoras digitais de todo o país foram convocadas para engajar a torcida, mostrando os bastidores, o clima do pré-jogo, a chegada aos estádios e a energia das arquibancadas. O objetivo é convidar o público a viver essa experiência única ao vivo.
“O futebol feminino deixou de ser uma promessa para se consolidar como uma realidade comercial e de público. Em um único ciclo de gestão, transformamos ativos que antes eram subestimados em uma plataforma nacional de altíssimo valor, aliando profissionalização real, transmissão total e uma audiência genuína que consome e apoia o esporte diariamente. Escolhemos enxergar o futebol feminino como potência, um negócio real, uma plataforma de inclusão e de liberdade de expressão. Enquanto o mercado hesitou, nós entramos em campo”, finaliza Ruskaya Zanini, Chief Operating Officer (COO) da FSports.
Para maximizar essa relação entre as marcas e a Seleção, a Heatmap entra como parceira estratégica da FSports, cuidando da ativação de alguns dos patrocinadores da categoria.









